8 de agosto de 2020

Está com problemas? Chame o Geninho

Ouça essa matéria
Tempo de leitura: 3 minutos

Após um 2019 muito vergonhoso, o Avaí iniciou o ano de 2020 surpreendendo nas contratações.

Seguindo o exemplo do Flamengo, apostou em um treinador português (Augusto Inácio) para ser o comandante avaiano nesse promissor ano.

Além do treinador, jogadores nacionalmente conhecidos chegaram como Valdívia, Bruno Silva, Rildo entre outros. Mas nem tudo saiu como o planejado logo de cara.

Derrotas e mais derrotas: a primeira troca de técnico

Augusto Inácio com seu jeito não tão ‘conciliador’ de dar entrevistas, aliado aos resultados negativos que culminaram inclusive com uma eliminação precoce na Copa do Brasil, fizeram a diretoria do Avaí “corrigir” o planejamento.

Com 7 jogos e menos de 2 meses de trabalho, o português era demitido do comando técnico do Avaí.

Para o seu lugar, a diretoria avaiana trouxe um jovem treinador: Rodrigo Santana.

Classificação e parada por conta da pandemia

Com Rodrigo, o futebol bonito que o torcedor e a diretoria avaiana planejaram ainda não dava as caras.

Mas diferente de Augusto Inácio, com Rodrigo Santana os resultados positivos apareceram no primeiro momento.

Com Santana, o Avaí conseguiu conquistar a liderança da primeira fase, mesmo com um futebol com pouca evolução.

Foi quando o mundo foi assombrado pela pandemia do Coronavirus. E o futebol precisou parar.

Eliminação no estadual pôs fim a era Rodrigo Santana

Mesmo sem o controle da pandemia, o futebol voltou a ser praticado em terras brasileiras. Inclusive em Santa Catarina.

E com dois jogos muito ruins e a consequente eliminação para a Chapecoense no estadual, estava selado a demissão de Rodrigo Santana.

O retorno de Geninho e a estreia na Série B

E é com esse breve resumo que chegamos até o dia de hoje, sábado – 08 de agosto de 2020: a estreia do Avaí na Série B e a reestreia de Geninho.

Após a demissão de Santana, Geninho foi contratado para a sua terceira passagem pelo Avaí, que nas outras duas ocasiões foram responsáveis pelo acesso do Avaí para a Série A em 2014 e 2018.

E o Avaí começou essa caminhada jogando em casa (com portões fechados por conta da pandemia) contra a equipe do Náutico.

Primeiro tempo com a cara de Geninho

E logo de cara, o torcedor avaiano já pode enxergar as diferenças nas atitudes do jogadores com relação aos antecessores de Geninho.

Um time com mais garra, com mais vontade, com mais gana pela vitória.

E o time foi logo buscando garantir o resultado: aos 25 minutos, Gaston Rodriguez aproveitou o bate rebate na área para abrir o placar para o leão.

Aos 40, em cobrança de falta, Valdívia tentou surpreender e mandou a bola na trave, na volta o zagueiro Carlão mandou contra o próprio gol para ampliar o placar para o Avaí.

Jogadores comemoram o segundo gol avaiano (Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC)

Intervalo e a queda de rendimento

Com a vantagem de dois gols no placar, o Avaí voltou pior para o segundo tempo e viu o clube pernambucano crescer na partida.

Aos 23 minutos da etapa final, Kieza descontou para o Náutico. Começava ali, o drama avaiano.

Com o gol, o Náutico saiu em busca do empate enquanto o Avaí recuava e sentia o cansaço do jogo.

Por muito pouco, o Timbu não conseguiu igualar o placar.

A tranquilidade veio já nos acréscimos, Gaston novamente, aproveitando bom lançamento do goleiro Lucas Frigeri, saiu na cara do gol para ampliar e dar números finais a partida.

Com a vitória de 3×1 sobre o Náutico, o Avaí (e Geninho) estreiam com o pé direito na competição mais importante (e agora única) para a equipe de Florianópolis nesse ano.

Foto de capa: André Palma Ribeiro/Avaí FC

Share this:
Tags:

About Luiz André

Luiz André

Nascido em Curitiba - mas catarinense de coração. Avaiano, com muito orgulho!! Fã de futebol, MMA e PW. Tentando aprender sobre a NFL a cada dia! Escrevo besteiras no Twitter @Ninety_fut

  • Website
  • Instagram
  • Email

Add Comment

Pular para a barra de ferramentas