9 de janeiro de 2020
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Como troquei o UFC pela WWE?

Tempo de leitura: 2 minutos
Foto: divulgação/WWE
Foto: divulgação/WWE

O dia 06 de dezembro de 2011 foi um marco para o UFC no Brasil. Nesse dia fomos “apresentados” ao maior evento de MMA do mundo através de um confronto envolvendo dois brasileiros em Las Vegas. De um lado o campeão Anderson Silva, do outro Vitor Belfort (que até aquele momento conhecíamos como o ‘marido da Feiticeira‘).

E com o nocaute sensacional de Anderson Silva com aquele chute no queixo de Belfort, me apaixonei pelo esporte e comecei a pesquisar sobre o assunto.

Assisti os vídeos do primórdio do evento com os títulos de um “raquítico” Royce Gracie contra verdadeiros gigantes nos primeiros eventos do UFC; assisti lutas de Wanderlei Silva, Ken Shamrock, Shogun, Lyoto, etc…

E essa minha paixão pelo UFC durou exatos 4 anos e 4 meses, até meados de 2016. E vou tentar explicar:

O ano de 2015 foi o ano de ascensão de um irlandês falastrão que chegou ao UFC em 2014 e que ocupava uma posição que havia sido por muito tempo do americano Chael Sonnen: Connor McGregor.

O falastrão no topo da categoria

Com um perfil provocador e com algumas vitórias empolgantes, Connor chegou ao seu auge ao nocautear o então campeão José Aldo em apenas 13 segundos no final do ano de 2015.

E agora começa a história da minha desistência do UFC: tendo carregado e defendido tantas vezes o título da categoria pelo UFC, seria mais do que justo uma revanche para o brasileiro contra o irlandês.

E o que o UFC resolveu fazer? Uma luta de “exibição” de Connor contra Nate Diaz; e pior, não valendo o cinturão.

E após a derrota do irlandês para Nate o que o evento fez? Uma revanche entre eles. Mas veja, o que explicaria essas lutas? A resposta: dinheiro!!!

O UFC foi aos poucos abandonando o âmbito esportivo, deixando se levar pelo âmbito financeiro. Para o evento não é o melhor lutador que terá uma chance de título, mas sim, um lutador que souber “vender” bem uma luta.

E é aí que entra a WWE em minha vida:

Já que o importante é o “entretenimento”

Não existe um evento que priorize o entretenimento melhor do que a WWE, quer dizer, World Wrestling Entertainment. Nas ‘zapeadas’ que as segundas-feiras a noite proporcionam ao telespectador, fui reapresentado a WWE.

Na infância, já havia assistido nas tardes de sábado no SBT aquela luta que me deixava sempre na dúvida se era de verdade ou de mentira.

E com o “broxamento” da minha relação com UFC, a WWE roubou o meu coração.

E quero apresentar um pouquinho de WWE para vocês, mas isso ficará para o próximo texto. Não perca a nossa série de textos “WWE para iniciantes, por um iniciante“.

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Sobre Luiz André

Nascido em Curitiba - mas catarinense de coração. Avaiano, com muito orgulho!! Fã de futebol, MMA e PW. Tentando aprender sobre a NFL a cada dia! Escrevo besteiras no Twitter @Ninety_Avai

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